quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Estímulo


Apesar de um pouco cansada por causa da festa (e do pós-festa) de ontem, que por sinal correu muito bem, venho ainda aqui escrever um bocadinho.
É engraçado como esta minha experiência já está dar frutos e ainda agora começou.
Como escrevo num espaço público, há sempre o cuidado de fazer umas buscas, de deixar um testemunho "algo mais" ...
No fundo é aquilo que eu costumo dizer de darmos o melhor de nós próprios.
Pessoalmente este "mote" diário que encontrei aqui, está a estimular já o meu intelecto, que se tem afundado entre fraldas e panelas e outras coisas mais mundanas.
Descobri esta romã, por Maluda... descobri um site, para os apreciadores de arte saberem onde a ver...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008


Hoje é dia de PARABÉNS!!!


O quarto elemento faz 4 anos!!!


Está tão eufórica! Só não entende é porque é que não há amiguinhos. Por mais que lhe explique que estão todos de férias...

Tadinha da minha pequerrucha.


Mas vai ter uma festa com a família toda. É a primeira vez que vamos juntar a família toda (tirando o casamento).

Desejo um dia bom para a minha princesa.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

o tempo


Passou um fim de semana. Mais um.
É assim que o tempo passa... bocadinho atrás de bocadinho e se vai gastando. Eu defendo que quantos mais bocadinhos bons conseguirmos passar, mais se torna verdade que só podemos chegar ao fim com um sorriso.
É claro que do que se diz ao que são as coisas vai, muitas vezes, um caminho que nos dá a sensação que é paralelo: estamos perto, andamos sempre a vê-lo, mas nunca lhe tocamos.
Dia 19 de Julho fui com o meu marido assistir ao concerto do Leonard Cohen, no passeio marítimo de Algés. Havia mais de um ano que não estávamos só os dois. Foi como nos redescobrimos a nós próprios. São apenas momentos, curtos, breves, e parece que passam, mas não... ficam. Ficam cravados nas nossas lembranças e estes socalcos fazem diferença no andar das coisas. E fazem falta.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008


Chegou o Agosto.

Mês de férias deste pequeno país.


Para mim, e para a minha família, este é o mês mais difícil do ano: as escolas fecham, os colegas e funcionários tiram férias, pelo que quem não tira, trabalha a dobrar...

Nós temos duas mais valias neste mês. Uma é que os avós paternos vêm cá para casa dar uma mão (e que mão...) e outra é que vivendo nos arredores de Lisboa, temos uma drástica melhoria no trânsito. E este outro pormenor...


Este ano ainda não levámos as pequenas à praia. Nem somos muito adeptos dessa correria desenfreada atrás do "iodo", ou da "vitamina D". Cada vez que vamos para a praia a nossa corrida é mais atrás dos médicos e farmácias.

Mas por não correr, não significa que não se passe por uns mergulhos frescos de vez em quando. Apesar disso somos os chamados "intelectuais do campo e das aldeias". Gostamos de mostrar às nossas filhas o país de que ouvem falar como sendo delas.



N.B. peço autorização ao autor desta foto para a utilizar no meu blog.